Telefônica anuncia investimentos de R$ 26,5 bilhões no Brasil até 2020

Fonte: G1 | Publicado em: 12 de de 2018 às 15:54

Executivos da Vivo em frente à Bolsa de Valores de NY; David Melcon (vice-presidente financeiro da Telefônica Brasil), Eduardo Navarro (presidente) e | Foto: G1

A Telefônica Brasil anunciou nesta segunda-feira (12) que fará investimento estimado de R$ 24 bilhões entre 2018 e 2020, com foco principal na expansão e qualidade das redes móvel e fixa.

 

O montante não inclui eventuais investimentos em licenças de radiofrequência.

 

A empresa, que opera sob a marca Vivo, também anunciou investimento adicional estimado de R$ 2,5 bilhões na expansão da rede de fibra óptica no período.

 

Em evento feito na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), a Telefônica informou que a fibra ótica será o novo motor de seu crescimento. Estavam presentes importantes executivos da empresa, como o presidente Eduardo Navarro e o diretor financeiro David Melcon.

 

Vice-presidente executivo, Christian Gebara, afirmou que outro fator de expansão do crescimento da companhia é a digitalização, ou seja, a maior demanda por serviços digitais, como a fatura online e os canais digitais de atendimento.

 

Fim do TAC


O anúncio da Telefônica ocorre dias após a empresa desistir de um acordo com a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), em que trocaria multas emitidas pela agência por obrigações de investimento. O termo de ajustamento de conduta (TAC) previa a troca de R$ 2 bilhões em multas.

 

Segundo a Anatel, Telefônica Brasil enviou uma carta para informar que prosseguiria com o TAC. A empresa, por sua vez, disse que desistiu do acordo nos termos atuais, mas que têm intenção de retomá-lo em "uma quantidade de multas significativamente menor e considerando uma readequação do projeto de investimento".

 

A agência, por sua vez, afirmou as negociações acabaram, "não cabendo, portanto, renegociar novo TAC". A Anatel havia mantido multas de R$ 370 milhões contra a operadora. Com isso, esse valor foi excluído do TAC, já que a agência julgou essas penalidades em segunda instância.

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